Wednesday, March 31, 2010

Capitulo 8...

E os dias foram passando e a frieza dele aumentando, cada vez mais seco e longe...comecei então buscar mais a Deus, orar de verdade e pedir ajuda espiritual, comecei a analisar minha vida e qtas coisas estava mal, tentava falar com ele, mas ele me ignorava, então reseolvi ligar naquele número q estava aparecendo frequentemente na conta do celular e uma mulher atendeu, fiquei pasma na hora, mas mesmo assim não podia ter certeza se ele tinha uma amante, alias ele era um homem intigro, nunca contuva mentiras e tinha a situação da irmã q estava passando por isso e ele sabia qto ela estava sofrendo, resolvi então falar com a irmã dele, nós já estavamos nos falando por telefone, mas bem pouquinho, só oi..como vai...e o clima...os filhos...e nada mais...
Lembro q liguei pra ela numa tarde e ela me atendeu normalmente, comecei a contar o q estava acontecendo e das dúvidas q eu estava tendo, ela na hora me disse q aí tinha gato encerrado, q com certeza ele estava andando com outra e q ela jamais iria aceitar tal coisa, falei com ela sobre o q ele havia me dito te declarar falência e ela me aconselhou a não fazer nada disso, q se ele queria fazer suas tonterias q fizesse ele...choramos muito juntas, desta vez era sincero meu pedido de ajuda, estava desesperada, sozinha sem ninguém da minha familia para poder correr e pedir auxilio...resolvi então a cortar gastos, cancelei a Globo, tirei um pouquinho de aqui um pouquinho de lá e cancelei um telefone celular...qdo fiz isso, ele virou bicho, ficou super bravo e disse q ele não podia ficar sem celular, me assustei e não entendia a reação dele, isso tudo foi num Sábado, na segunda qdo eu estava no trabalho ele me ligou, coisa q já não fazia a meses, e me disse q estava numa loja de celulares e q ía comprar um, eu não disse nada...
Ele comprou seu próprio celular em seu próprio nome, colocou código secreto e dormia com o celular, isso prá mim era só confirmação q ele tinha uma amante...me senti traida, tratei de falar com ele, pedi q fosse sincero comigo, q me falasse a verdade e poderiamos resolver as coisas de maneira civilizada e o único q ele me respondia era q queria sair de casa o mais rápido possível e q não me amava...

Tuesday, March 30, 2010

Capitulo 7...

No Sábado acordei bem cedinho, preparei amesa do café da manhã, dei uma ajeitada na casa e pronto. Qdo chegou o Pastor com sua esposa já estavamos prontos para começar o estudo, o Pastor falou sobre os conflitos do casamento entre familias e como era importante a comunicação, falou sobre o perdão e o qto ele estava orgulhoso de mim por eu ter feito a minha parte, eu naquele momento me sentia o máximo pois havia feito por ele e não por mim mesma e nem para Deus, eu só queria estar bem com o Pastor mas meu marido q de tonto não tem nada sabia q não havia sido soncera, o Pastor falou com ele sobre ele pedir perdão para mim também, pois no casamento os problemas sempre serão de dois e não de 1 somente, meu marido não falou nada, ficou calado o estudo todo, eu sabia, eu sentia q algo estava mal e q era pior do q eu podia imaginar.
Na semana seguinte eu tive q ir trabalhar no Sabado então o Pastor veio sozinho para falar com meu marido, q triste foi, na tarde o Pastor me ligou e disse q ele havia dito muitas coisas, relembrando coisas do passado de anos atrás, de como eu tratava a irmã q morava aca antes, de como eu tratava a mãe e bla bla bla...resultado, na tarde qdo cheguei em casa meu marido me disse q queria sair de casa, q já não me amava mais e q nenhum estudo ou ajuda nos ía ajudar, senti a casa cair sobre a minha cabeça, ele nunca havia reaccionado desta maneira, nós tinhamos acabado de comprar o apartmento e a prestação era alta demais para q eu pagasse sozinha e ele não queria nem saber, me disse para declarar falência, assim perderiamos tudo e cada um iria para seu lado, já q tudo o q tenemos esta no meu nome por motivos particulares, eu na hora mandei ele pra merda, disse q se ele queria ir embora q fosse, mas q eu não iria fazer nada q ele estivesse me mandando e ainda lhe avisei..."se eu descobrir q vc tem outra mulher, te coloco pra fora só com a roupa do corpo e vc nunca mais vê seu filho"...ele nem se importou, acho q nem escutou...
Os dias foram passando e as coisas piorando, cada dia ele chegava mais tarde e nem me dava bola, nos finais de semana, tomava café da manhã conosco e logo se ía, sem dizer para onde e nem qdo voltava, eu comecei a desconfiar e ninguém tirava da minha cabeça q ele tinha uma amante, como tinhamos conta de celular conjunta, comecei a checar as chamadas de saida e entrada e aí descubri um múmero q nunca havia visto, mas não pensava q era de outra mulher, cheguei a perguntar pra ele e ele me disse q era de um amigo, acreditei!
Nos dias das mães mal me comprimentou, não fez nada especial e até nos deixou sozinhos e saiu outra vez, fiu na Igreja arrasada, chorei demais e comecei a escutar melhor a palavra de Deus, estava com muito medo e queria muito respostas, minhas amigas-irmãs diziam q ele estava reagindo desta maneira pq queria se vingar de mim, me fazer sofrer, assim como eu havia feito durante anos, elas não acreditavam de maneira nenhuma q ele poderia ter uma amante, mas eu conhecia meu marido e sabia q ele não era assim, principalmente de deixar seu filho, começou a fazer exercicios e de sexta- feiras já não chegava no horário para ver nosso filme, já não dormia na cama comigo, eu sabia q havia algo mais e eu estava disposta a provar a todos....

Monday, March 29, 2010

Capitulo 6...

Eu fiquei tão decepcionada com minha cunhada, não podia acreditar q ela estava falando mal de mim, sabendo pela situação q ela estava passando era o mais baixo q ela podia estar fazendo, e o pior de tudo ele, q em nenhum momento me defendou, lembro até hj das palavras dela..."esta mulherzinha sempre querendo fazer problemas, como se fosse muito importante q ela ligasse para comprimentar em nossos aniversários...", me sentia traida, não só por ela, mas por ele, decedi q a família dele estaria morta, se já não tinha muita simpática por eles naquele momento então, eles eram os capetas em vida...
Mas por causa disto, as coisas começaram a andar mal em casa, meru marido começou a me ignorar e a ser frio comigo, eu vi q as coisas não estavam bem q comecei a ficar com medo, procurei o Pastor da minha Igreja e conversei com ele, contei o q havia acontecido e lembro até hoje q ele me escutou tudo e bem calado, até q ele me disse..."liga prá elas e peça perdão, liga pra suas cunhadas, sua sogra, seu sogro e peça perdão..." achei o cúmulo da cocada preta, euuuuu pedir perdão, mas se eu era a ofendida, pq eu tinha q pedir perdão?, então eu respondi com minha cabeça erguida e com todo meu orgulho..." q perdoe Deus!, Eu não tenho este poder de perdoar ninguém e muito menos pedir perdão...", o Pastor por sua vez, falou de versiculos da Bilblia mostrando-me o quanto eu estava equivocada, mas eu não dei bola alguma e segui pra frente...
Só que, meu marido no mês de Abril de 2008 deixou de ir na Igreja, começou a chegar tarde em casa e me tratar super friamente, eu achava q era o fim da picada ele estar reagindo desta maneira sendo q eu era a vítima da estória, o Pastor q começou a sentir a falta dele tb na Igreja nos propôs a darnos um estudo de conflitos de casamento, me ligou e disse q para começar este estudo, eu primeiro tinha q pedir perdão para aqueles q eu havia ofendido eu pensei muito naquela noite e vi q se eu não fizesse isso o Pastor não me iria ajudar, então liguei primeiro para a irmã mais nova, a que eu creia minha amiga, afinal ía ser mais facil pq eu sim apreciava ela e tinha sido ela q havia falado mal de mim, ela por sua vez qdo atendeu o telefone me pediu perdão também, disse q por um mal entendido e por tantos problemas ela havia reaccionado de uma maneira estúpida, choramos juntas no telefone e perdão aceitado, risquei uma da lista, a segunda foi a irmã mais velha q nunca nos demos bem, ela sempre teve uma vida díficil com o marido q não era Cristão e com 3 filhos sempre dependeu muito do carinho da familia e principalmente do meu marido q havia morado com ela por 4 anos antes de casarse comigo, meu marido era como um pai para estas crianças q não sentiam o amor do pai verdadeiro e por causa disso eu não a queria, eu sempre senti q ela era a 1 na vida dele eu depois, então era muito dificil para mim ter q ligar prá ela e pedir perdão, era como rebaixarme no último, liguei e ela atendeu, eu desliguei...respirei fundo e liguei outra vez...tratei de ser bem direta e ir direto no assunto, pedi perdão por todas as coisas q havia feito sem mesmo sentir q era errada, era um perdão por obrigação sem sinceridade nenhuma, fiz pq o Pastor havia pedido e pq eu necessitava da ajuda dele...qdo liguei para meus sogros, eles não estavam então eu deixei uma mensagem pedindo perdão, pode acreditar? É, eu fiz isso....bom caso encerrado, havia pedido perdão a todos e o Pator da minha Igreja ía ficar super feliz e orgulhoso de mim, isso foi numa sexta- feira, no Sábado começava nosso estudo de casais...

Sunday, March 28, 2010

Capitúlo 5....

O apartamento q havíamos comprado era velho e estava horrível, meu marido como sabia de construção, arrumou o apartamento interinho, desde o chão até a parede, reformou a cozinha interinha do jeitinho q eu queria, colocou carpete novo nos quartos, madeira na sala e na copa, pintou toda a casa, ficou linda e eu estava tão feliz...esperava ele todas as sexta-feiras a noite com uma goloseima e um cafézinho recém feito, com um traje sexy e um filme para assistir depois do romance, ele sempre chegava as 12:30 da madrugada, meu filho claro já estava bem dormido e assim fazíamos nossa festinha, assim era todas as sextas...estava tudo andando muito bem, casa nova, diferente horário de trabalho, Igreja, amigos....mas...
Em 2007 meus sogros resolveram vir para a festa do meu filho de 5 anos, eu sentia q ía morrer, sentia q tudo q estava bom ía ficar ruim, já tinha a má experiencia da ultima vez q havia vindo minha sogra, pedi orações e conselhos, recebi os dois...
Eles vieram e na primeira semana tudo estava bem, mas na segunda....tudo começou outra vez...minha sogra tratando o filhinho como um bebe e ele se comportando como tal, me sentia outra vez como um fantasma na casa, era mami de aqui, papi de ali e eu q nada, não existia, o pessoal da Igreja me aconselhava a ficar tranquila, alias eles estavam só de passagem e logo se íam, mas eu não, não escutei ninguém, provoquei brigas, fiz desaforos, comentários inecessários, caras feias e etc....
Na festa do meu filho tudo estava lindo, era a festa mais bonita e com mais gente, tinha mais de 100 pessoas e para alguém q não tem familia e esta sozinho, era uma quantidade enorme, tudo lindo, havia docinhos, pudins, gelatinas, bolo...linda, mas havia sogro e sogra...eu deveria de estar feliz pois meu filho estava feliz com os abuelitos presentes, mas eu não estava, toda as vezes q olhava para o meu marido ele estava com a familia dele, eu achava q isso era demasiado, eu atendendo todos os convidados e ele feliz da vida com a mami e o papi...qdo a festa acabou e voltamos para a casa, antes de dormir disse a meu marido, este foi o pior dia da minha vida, mas uma vez vc demonstrou q sua familia esta em primeiro lugar e eu sou a última, ele como sempre não falou nada...
Meus sogros se foram e as brigas voltaram....
Nesta epoca uma de suas irmãs de Nevada q tinha um casamento de conto de fadas estava vivendo o pior pesadelo da vida dela, o marido dela havia deixado ela e seus 4 filhos por uma outra mulher 10 anos mais nova q ela, ela ficou destroçada, uma mulher Cristã, q nunca havia gritado ou desrespeitado o marido na frente de ninguém e nem sozinhos, uma familia q era de dar inveja e eu sempre lhe dizia a ela q pedia a Deus para q o irmão dela fosse igual ao marido dela, um homem carinhoso, trabalhador, ajudava ela dentro de casa na limpeza e com os filhos, sempre estava falando coisas bonitas pra ela, romantico e cristão, sabia versiculos da biblia de memoria, era aconselhador de casais e derepente, a bomba, ele o home q todos víamos como um principe, deixava sua familia atras para estar com amante...minha cunhada estava acabada, triste e sem saber o q fazer, conversavamos muito por telefone e eu pensava q eramos amigas...o marido ficou fora da casa por 1 ano e depois acordou e voltou para pedir perdão, até o dia de hj eles estão tratando de se reconciliar, ele teve q pedir perdão para a Igreja q frequentava e muita gente...bom, mas voltando no meu caso, em Janeiro de 2008 foi o aniversário da irmã mais velha, a q havia morado aqui em Illinois e q eu nunca me levei muito bem, mas como boa Cristã eu ligava todos os anos para felecitar por seu dia e neste ano de 2008 não tinha por q ser diferente, ligava comprimentava e desligava, coisa de menos de 5 minutos...só q para a minha surpresa no outro dia tinhamos q ir ao dentista e peguei o celular do meu marido, havia uma mensageme e eu quiz escutar e para a minha desgraça e tristeza era uma chamada cruzada entre ele e a irmã q pensava q eramos amigas falando horrores de mim, e claro meu marido concordando e dando lhes razão, eu me senti mal demais, acordei meu marido e contei o q havia acabado de escutar, ele por sua vez tratou de defender-se e eu lhe disse q não havia ficado triste com q ela falava e sim de saber q ele mais uma ves não havia me defendido e si concordado com tudo, disse pra ele q apartir de aí sua família havia morto pra mim, q eu não queria saber nada mais deles....
Capitúlo 4...

Decedi ir a Igreja pelo fato q eu vi q as coisas andavam muito mas, eu e meu marido pouco nos falavamos, já não tinhamos intimidade, carinho, palavra de afeto e etc...
Era um Domingo e lá fomos nós, eu, minha amiga e meu filho, eu até convidei meu marido, mas ele recusou...qdo chegamos lá fomos bem recebidos por todo, uma Igreja pequena, de + - 40 pessoas, todos brasileiros...eu estava emocionada, nunca havia visto tantos brasileiros juntos, me sentia em casa, ouvindo meu idioma, cantando no meu idioma, era demais.
Eu já havia ido em outras Igrejas latinas e aqui as crianças ficam em escolinhas, meu filho nunca ficava em nenhuma, sempre chorava e eu tinha q ficar com ele dentro da Igreja, mas na brasileira eu acho q ele mesmo sentiu q eu precisava muito escutar a palvra de Deus e ficou na escolinha sem problema nenhum e até chorou qdo era hora de ir embora, sai de aí me sentindo uma nova pessoa, já me sentia de Deus, voltei pra casa toda feliz e entusiamada para ir outra vez...contei para o meu marido sobre o ambiente, as pessoas e bla bla bla...lembro q na semana entrante era um feriado aqui nos E.U.A e o pessoal da Igreja ia fazer um churrasco, convidei meu marido para ir e ele aceitou, nós fomos como familia eu me sentia tão feliz e protegida, era como se encontrasse um familia por perto...
No Domingo dia de Igreja convidei meu marido outra vez para ir conosco e ele aceitou, senti o máximo...e de aí por diante começamos a ir na Igreja, mas na verdade eu ía não para louvar a Deus e sim pq era brasileria e o pessoal era dá hora, sempre estavámos fazendo churrasco, festas, um indo na casa do outro, pura diversão...só q meu casamento continuava o mesmo, eu sempre estava fazendo piadinhas sobre nossa relação, gritava e desrespeitava meu marido na frente de qm fosse, me achando como sempre a dona da verdade, ele por sua parte não reagia e nem dizia nada, fazendo assim q eu me sentisse o máximo....
Nós estavamos bem alguns dias, mal em outros, e qdo estávamos mal, as ofensas eram as primeiras q apareciam, era ir para a Igreja escutar a palavra e sair de ai e fazer todo o contrário, q estúpida fui, sempre estava escutando conselhos e os ignorei, continuei sendo a dona da verdade, orgulhosa e ignorante...
Em 2006 nós compramos um apartamento longe da cidade, como 40 minutos para o trabalho, meu marido trocou de horario no trabalho, eu trabalhando durante o dia e ele na tarde, assim não teriamos q pagar mais o daycare e ele cuidaria do nosso filho durante o dia, tendo q levar ele para o trabalho nas tardes e eu voltava com ele, meu filho tinha 4 anos e no outro ano ele já começaria a escola, mudamos 15 de Novembro de 2006 e eu pensei, ah agora sim meu casamento vai dar certo, ele trabalha na tarde eu no dia, nos vamos ver bem pouco e qdo estiver juntos não haverá tempo para brigas porque vamos estar com saudade um do outro....pura ilusão....

Saturday, March 27, 2010

Continuando....

Bom qdo a irmã dele foi embora eu pensei, ah agora sim, agora eu não tenho familia por perto e nem ele, estamos iguais, agora sim nosso casamento vai funcionar...
Mas....não foi assim...fomos a Brasil em 2003 para q ele conhecesse minha familia e para minha familia conhecer a ele e ao bebe, eleficou apenas 3 semanas e eu 2 meses...juro q não tinha vontade nenhuma de voltar, tinha toda minha familia, meus amigos, avós e meu filho ia estar rodeado por priminhos para poder brincar, nas 3 semanas q ele ficou, também teve dias q brigavamos, qdo faltava 1 semana para q eu viesse de volta para os E.U.A. eu liguei pra ele e perguntou se ele tinha certeza q queria q eu voltasse, e ele respondeu q sim e vamos ver no q dá....antes não tivesse voltado, mas aqui Deus me quer e voltei, mas as brigas continuaram...a mãe dele veio em 2004 para passar as férias e as coisas só se colocaram pior, a maneira como ela tratava ele me dava nojo, ódio, ela tratava ele como se ele fosse um bebe e ele se comportava como tal...eu sentia q não estava na casa, sentia q ela era a dona e eu a visita, tudo o q se ía fazer ou algum lugar a ir, era com ela q ele consultava, isso me colocava de um genio horrivel, chegamos a discutir na frente dela e claro, as coisas só pioraram, eu sempre senti q não era aceita pela familia dele, sentia q jamais ela ía me ver como uma filha e dá forma q ela agia com ele até parecia q era apaixonada por ele, coisas horrivéis passavam por minha cabeça e claro qdo ela foi embora, mas discussões, ofensas e brigas surgiram, mas eu ensistia em querer q me quizessem, no mesmo ano de 2004 no Natal comprei passagens para irnos a Nevada, toda a familia dele ai estava e eu queria estar também, tonterias, foi o pior Natal da minha vida, outra vez me senti como peixe fora dagua, era como se eles se colocassem no mundo deles e os que vinham de fora era simplesmente ninguém, mas eles tinham a culpa? Não! Eu tive a culpa todo o tempo pq eu nunca tentei aceitar eles como eles eram, lembrando q ele assim tinha sido criado e q assim era a familia dele e o q eu deveria ter feito era respeitar e tentar me infiltrar, mas eu não fiz isso, brigamos outra vez e voltamos de briga, o ano de 2005 havia começado mal e foi mal por muitos meses, até q um dia eu conheci uma brasileira, q por ironia do destino vivia no mesmo condominio q eu e nunca haviamos nos visto, ela frequentava uma Igreja Batista brasileira e me convidou para ir, eu no principio não aceitei...mas depois da festa do meu filho de 3 anos eu vi q as coisas andavam de mal a pior e vi q já com minhas forças eu não podia mais, então em Setembro de 2005 eu liguei para essa amiga e disse q sim queria ir nesta Igreja....
Vamos lá...

As brigas eram constantes, brigavamos por qualquer coisa e muitas das vezes eu ainda ía em cima dele, pensando q poderia ganhar na pase da porrada...
Eu tinha ciúmes de tudo e todos, trabalhavamos/trabalhamos na mesma empresa, íamos juntos e voltamos juntos, comiamos juntos, sempre estavamos juntos e qdo ele tinha q sair para algum lado se ele não voltasse na hora dita, briga na certa, se ele ligasse para a mãe (q mora em México) e ficasse mais de meia hora no telefone, briga na certa, tudo eu conseguia um motivo para brigar, e meu filho crescendo e vendo esta situação...
Claro q tem muitos casos q eu penso até o dia de hj q eu não estava errada, ele é o filho da caçula e único homem da familia, tem 2 irmãs (Cristãs) e vêm de uma família q são muito unidos (unidos até demais), qdo nos casamos nós moravamos num apartmento de uma de suas irmãs que tb moravam aqui em Illinois (ela morava no apartmento de cima e nós no de baixo) e muitas das brigas era por causa dela, tinha dias q estavamos sentados jantando e ela ligava pedindo qq coisa, ele me deixava comendo sozinha e ía atender a irmã, um dia estavamos sentados na varando do apartmento e ela chegou e sem motivo algum, começou a fazer cosquinhas no pé dele, e eu aí vendo a cena com um ódio no olhar enorme, tem muitos outros exemplos similares e com isso nós acabavamos brigando, só q eu pela ignorancia, mesmo tendo a razão ou pensando q tinha, não agi de maneira inteligente, aonde eu poderia ter sentado com ele e conversado, falar o q para mim estava bem e o q não, mas ao contrário, eu me expressava com palavrões, ofensas, gritando e querendo ser a dona da razão, então eu um dia lhe disse, mudamos de aqui ou nosso casamento acaba, ele q me amava muito, aceitou, nós mudamos e eu pensei, agora sim vamos a ser feliz, estamos longe se sua irmã e tudo vai estar bem, pura tonteria, qdo meu filho nasceu, os problemas como já mencionei aumentou, eu não queria q ela pegasse meu filho, não queria q viesse a ve-lo, eu por estar só, sem ninguém da minha familia, não achava justo q ele podia ter familia dele e eu não, bom ela mudou-se para Nevada qdo meu filho tinha 10 meses pq sua outra irmã aí vive e eu nem me despedir fui...e ainda fiz meu marido dormir na sala qdo ele chegou da despedida...egoismo? ciúmes doentio? É, de tudo isso eu tinha...

Friday, March 26, 2010

Bom, vou começar a contando desde qdo cheguei aqui, para q possam entender o q estou vivendo hoje em dia...
Vim para os E.U.A atras de um sonho, estudar por 1 ano, trabalhar um pouquinho e voltar para o Brasil, só q o destino me laçou para outro lado, conheci o amor da minha vida e em 4 meses de namoro nos casamos...eu não estava grávida, apenas loucamente apaixonada, ele mexicano e eu brasileira, já nos primeiros meses de casados começaram os conflitos, pela cultura, a maneira de ser e a familia dele, pq eu estava sozinha...Depois de 1 ano de casada fiquei grávida e eu pensava q depois q nós tivessemos um filho teriamos menos problema, engano meu, os problemas pioraram, agora as brigas eram na educação do bebe e qm mandava mais, e eu pela ignorancia do orgulho fui afundando a cada dia um pouco mais meu casamento e o amor do meu marido por mim, gritava e falava de mau modos com ele na frente de qm fora, creendo me a dona do mundo e me achando o máximo, até q comecei a perceber q meu filho estava começando a crescer e dar problemas no daycare, a senhora q cuidava ele era/é Cristã e sempre estava falando de Deus comigo, sempre escutava, mas entrava por um ouvido e saia pelo outro, os problemas aumentavam a cada dia mais, brigas por causa de cunhada, sogra, ciúmes, egoísmo, autoridade e etc...

Bom, amanhã escrevo um pouco mais, ai muita coisa q contar...